Terra - Negociado com o Doyen Group há um mês,
o atacante Marcelo renovou com o Atlético-PR até o final de 2019. O clube
paranaense ainda possui 50% dos direitos econômicos dele.
A venda da outra metade ao grupo maltês foi de
4 milhões de euros. Assim que a negociação acabou concretizada, o jogador se
transferiu para o Flamengo - no negócio que mais agitou o mercado futebolístico
no final de dezembro de 2014.
Essa manobra feita pelo clube paranaense visa
um possível lucro lá na frente. Atuando dentro do eixo, com uma visão nacional
maior, a tendência é de que Marcelo se destaque e possa ser vendido à Europa
por um valor considerável. O poder da decisão é exclusivo do Atlético-PR.
Ou seja, caso haja uma proposta para fora do
Brasil, a direção rubro-negra é quem decide se aceita ou não. Se acontecer, a
divisão é feita da seguinte forma: Atlético-PR (50%), Doyen Group (30%) e
Flamengo (20%).
Caso Marcelo não vingue na equipe carioca, ele
retorna ao CT do Caju ao fim do empréstimo, no final de 2017. Neste período na
Gávea, o clube paranaense não fica responsável por nenhum gasto do jogador e
ainda recebe um valor anual por ceder ele. O Flamengo, por outro lado, tem a
preferência de compra em qualquer tipo de negócio.
